Davide, 3 anos, de Nápoles, ele derrotou um mal feio e tornou um sonho realidade. Ao sair doHospital pediátrico Santobono, onde ele estava sendo atendido, inesperadamente havia alguns policiais esperando por ele, que foram recebê-lo com as sereias explicadas. Um presente inesperado, mas muito bem-vindo para a criança, que ao entrar no hospital manifestou o desejo de querer ser policial.

Um segredo revelado pela mamãe
Davide havia confidenciado seu sonho à mãe, no dia muito triste em que a família foi informada de que o menino sofria de uma forma rara de neoplasia. Torne-se policial quando crescer e, entretanto, use o mesmo uniforme que alguns policiais tinham na época do diagnóstico recebido no pátio do hospital. Já então, este último, movido por aquela criança e seu sonho, revelado pela mãe ávida por agradar a seu filho, o fizera entrar em um de seus carros, para distraí-lo daquele momento particular.

Os agentes vão buscá-lo com as sirenes desligadas
Desde então, para Davide, iniciou-se um difícil caminho, do qual, graças à ajuda dos médicos do Santobono de Nápoles, saiu vitorioso. O pequeno passou por uma longa terapia, lutando como um guerreiro. No dia da alta hospitalar, os policiais queriam participar da festa dele e de toda a família. Uma "pantera" do Esquadrão Voador da Sede da Polícia foi buscá-lo no hospital, com sirenes ligadas, para lhe entregar o uniforme de um agente e levá-lo para casa.

Protagonista de Davide
Nas imagens publicadas nos perfis sociais do Santobono, Davide é visto alegre com uniforme de policial, recebido pelos agentes que o fazem embarcar no Volante, mostrando-lhe o funcionamento de rádios e sirenes. Uma alegria irreprimível para a criança, que imediatamente se sentiu protagonista diante de tantas atenções. Uma alegria merecida depois de tanto sofrimento.

"Ele imediatamente se familiarizou com os agentes"
José FuscoO diretor do Volanti di Napoli descreveu a descrença inicial de Davide quando, ao sair do hospital, avistou viaturas policiais com sirenes acesas, seguidas de muita alegria e curiosidade. “Ele logo se familiarizou com os agentes e com os carros. Ensinamos a ele como acender as luzes que piscam, como se comunicar por rádio com a sala de operações. Ele começou literalmente a pular de alegria, divertindo a nós e à equipe médica presente. Gostou tanto da situação - concluiu Fusco - que ao ouvir no rádio as saudações que vinham do centro de operações e dos demais veículos em operação da cidade, quis retribuir e foi muito bom ”.
(Foto Fundação Santobono Pausilipon, página do Facebook)




Que história comovente <3
lindas histórias